Direitos Humanos

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quinta-feira, 22 de outubro de 2015




CONVITE

Convidamos as pessoas interessadas para participarem  da  Oficina sobre Educação em Direitos Humanos, coordenada pela equipe do Projeto Formando Agentes de Direitos Humanos do Centro de Defesa dos Direitos Humanos da Serra, com apoio dos CDDHs “Pedro Reis” e Dom Tomas Balduino e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Dia: 24/10/2015 – Horário: das 13hs às 17hs

Local: EMEB Zilma Coelho Pinto( próximo ao Detran de Cachoeiro)

Contatos:( 28) 99904-3551- Fonseca e ( 28 ) 99975-0468- José Antonio
 Informações: e-mail: cddhprsul@gmail.com

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Eleição 2015 - CDDHPRSUL - FICHA DE INSCRIÇÃO



FICHA DE INSCRIÇÃO

CDDHPRSUL - ELEIÇÃO PARA TRIÊNIO 2015/2018

Obs: No caso de inscrição de chapa, feita via e-mail ( cddhprsul@gmail.com ), esta ficha original poderá ser entregue no dia da eleição, devidamente assinada por seus componentes.

COORDENADOR (A) GERAL:
Nome Completo:_________________________________
Data Nascimento:____________RG: _________________
CPF nº: _________________________________________
Nome da Mãe:___________________________________
Endereço:________________________________________
Bairro:____________________Fone: (__) _____________
Assinatura:_______________________________________

COORDENADO (A ) ADJUNTO:
Nome Completo:____________________________________
Data Nascimento:____________RG: ___________________  
CPF nº: _____________________________
Nome da Mãe:______________________________________
Endereço:__________________________________________
Bairro:__________________Fone: (__) ________
Assinatura:_________________________________________

COORDENADO ( A)FINANCEIRO:
Nome Completo:___________________________________
Data Nascimento:________________ RG: ______________
CPF nº: _____________________________
Nome da Mãe:_____________________________________
Endereço:_________________________________________
Bairro:___________________________ Fone: (__) _______
Assinatura:________________________________________

COORDENADOR ( A ): DE FORMAÇÃO E CIDADANIA:
Nome Completo:___________________________________
Data Nascimento:______________RG: ________________ 
CPF nº: _____________________________
Nome da Mãe:_____________________________________
Endereço:_________________________________________
Bairro:__________________ Fone: (__) _____________
Assinatura:________________________________________

COORDENADOR ( A ):
Nome Completo:___________________________________
Data Nascimento:_________RG: ___________________ 
CPF nº: _____________________________
Nome da Mãe:_____________________________________
Endereço:________________________________________
Bairro:__________________ Fone: (__) _____________
Assinatura:_______________________________________


CONSELHO FISCAL

1º TITULAR:
Nome Completo:__________________________________
Data Nascimento:__________ RG: _________________
CPF nº: _________________________________________
Nome da Mãe:____________________________________
Endereço:_______________________________________
Bairro:____________________ Fone: (__) ________
Assinatura:_____________________________________

2º TITULAR:
Nome Completo:________________________________
Data Nascimento:______________ RG: _______________
CPF nº: _________________________________________
Nome da Mãe:___________________________________
Endereço:_______________________________________
Bairro:_______________________Fone: (__) __________
Assinatura:______________________________________

 TITULAR:
Nome Completo:_________________________________
Data Nascimento:_____________RG: _______________
CPF nº: ____________________________
Nome da Mãe:___________________________________
Endereço:______________________________________
Bairro:______________________Fone: (__) __________
Assinatura:_____________________________________
1º SUPLENTE:
Nome Completo:________________________________
Data Nascimento:____________ RG: _______________
CPF nº: ___________________________
Nome da Mãe:__________________________________
Endereço:_____________________________________
Bairro:______________________Fone: (__) __________
Assinatura:_____________________________________

2º SUPLENTE
Nome Completo:________________________________
Data Nascimento:____________ RG: ______________
CPF nº: ___________________________
Nome da Mãe:_________________________________
Endereço:____________________________________
Bairro:______________________Fone: (__) _________
Assinatura:____________________________________

ELEIÇÕES 2015 CDDHPRSUL


EDITAL DE CONVOCAÇÃO

O Centro de Defesa dos Direitos Humanos - Regional Sul “Pedro Reis”, através da Comissão Eleitoral, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, conforme Art.12 e 15, convoca ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, para eleição da Coordenação Geral e Conselho Fiscal, para o exercício de mandato no triênio: 01/junho/2015 a 31/maio/2018. As inscrições de chapas se darão até as 14h59, do dia 28//maio/2015, através do envio da ficha de inscrição pelo representante da chapa, que poderá solicita-la através do e-mail institucional: cddhprsul@gmail.com. ou via celular 28-99904-3551.

DATA: 30 maio de 2015.

HORÁRIO: 15h00 às 17h00.
LOCAL: - Plenarinho da Câmara de Vereadores (auditório na Casa do Cidadão)

COMISSÃO ELEITORAL 

Antônio Carlos de Oliveira
Alexandre Charles dos Santos
Maria Aparecida de Miranda


sábado, 14 de dezembro de 2013


   

NOVA ESTRATIFICAÇÃO  DE  RENDA  DA POPULAÇÃO  BRASILEIRA


Cerca de 180 empresas de pesquisa de opinião publica da Associação brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP)  se reuniram para  construir  uma nova metodologia de estratificação da população brasileira.
Eles tomaram como base os dados de renda, e condições de vida da população levantados pelo IBGE  e a partir dai construíram uma nova estratificação, que segundo suas necessidades ajudaria a compreender o que pensa, e o que quer consumir cada segmento.

Vejam a nova  estratificação social,

Classe  A       2,8% da população,  5,6 milhões de pessoas.   renda mensal familiar media de r$ 17.603,oo       64%  tem curso superior.

Classe B1      3,6% da população,  7,2 milhões de pessoas,  renda mensal familiar media  de  R$  10.005,oo,  e  59% tem curso superior

A soma das duas, poderia ser a classe proprietária/burguesa no campo e na cidade, que totaliza  6,.4% da população  12,8 milhões.


CLASSE B2   15,1% da população, 30,2 milhões de pessoas, com renda mensal familiar de R$ 4.783,oo e   23% possui curso superior

Seria a classe media, pequena burguesia clássica, com 30,2 milhões de pessoas

CLASSE  C1   20,6 % da população,  41 milhões de pessoas, com renda mensal familiar de  R$ 2.745,oo  e  6% apenas tem curso superior

Seria a classe trabalhadora que melhorou de vida nos últimos anos.

CLASSE  C2   20,6% da população, 41 milhões de pessoas, com renda mensal familiar de  R$ 1.463,oo e  apenas 1,9%  com curso superior

CLASSE  D     22,8% da população, 56 milhões de pessoas, com renda mensal familiar de  R$  1.019,oo  e apenas  0,1% com  curso superior

CLASSE E      14,5% da população, 29 milhões de pessoas, com renda mensal familiar de  R$ 673 reais, e apenas   0,2 % com  curso superior

Total da classe trabalhadora 167 milhões de brasileiros.
Embora a estratificação se destina a detalhar mais o perfil dos vários setores sociais, para fins de dirigir pesquisas de opinião,  propagandas de publicidade e estimular consumo de determinados produtos, os dados são muito reveladores.

Fonte: apartir de  matéria do jornal Valor econômico, 9 dez 13

terça-feira, 29 de outubro de 2013

quarta-feira, 13 de março de 2013



Mapa da Violência 2013: Mortes Matadas por Armas de Fogo, do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz
CEBELA E FLACSO divulgam novo Mapa da Violência
O Centro Brasileiro de Estudos Latino-americanos – Cebela e a Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais – Flacso divulgaram o Mapa da Violência 2013: Mortes Matadas por Armas de Fogo, do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz.
As fontes utilizadas para a realização do estudo foram: o Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) com dados de 1980 até 2010 e o Sistema de Informações Estatísticas da Organização Mundial da Saúde (Whosis) para as análises internacionais.
O estudo traça um amplo panorama da evolução da violência letal entre 1980 e 2010, quando morrem nada menos que 799.226 cidadãos vitimados pelo disparo de uma arma de fogo.  No ano de 2010 as vítimas das armas de fogo foram 38.892:
  • 36.792 (94,6%) homicídios
  • 352 (0,9%) acidentes
  • 969 (2,5%) suicídios e
  • 779 (2,0%) indeterminado: sem definição se foi homicídio, suicídio ou acidente.
Se essa cifra já representa um número assustador, é ainda mais preocupante saber que 450.255 eram jovens entre 15 e 29 anos de idade. Exatos 30% do total de óbitos na faixa de 15 a 29 anos em 2010 tiveram sua origem no disparo de arma de fogo. Colocado de outra forma: uma em cada três mortes juvenis é produto de disparo de arma de fogo. De longe, a maior causa de mortalidade entre os jovens.
Para entender a gravidade da situação, basta mencionar que esse número de homicídios por arma de fogo é o maior do planeta, superando largamente quantitativos de países bem mais populosos, como a China ou a Índia, ou também os números de conflitos armados no mundo das últimas sete décadas, como a Guerra do Golfo, os conflitos nos Territórios Palestinos.
No contexto internacional, entre 100 países analisados o Brasil, com uma taxa de 20,4 óbitos por armas de fogo por 100 mil habitantes, ocupa o nono lugar, depois de El Salvador, Venezuela, Guatemala e Colômbia, que ocupam as quatro primeiras colocações. Mas fica muito longe da de países como Cuba ou Holanda que, na faixa de 0,5 vítimas de armas de fogo POR 100mil habitantes E muito mais longe ainda da Coréia ou do Japão, uma taxa de aproximadamente 0,1 mortes por armas de fogo POR 100000 habitantes: 200 vezes menor que a brasileira.
Se 20,4 óbitos por AF é a média nacional, diversos estados e/ou municípios apresentam uma situação bem mais complexa e preocupante:
  • Várias UF ultrapassam a casa dos 30 óbitos por AF em 100 mil habitantes: Espírito Santo, Pará, Bahia, Paraíba e Pernambuco, com uma situação especial: a de Alagoas, com um índice de 55,3.
  • Quatro municípios superam a inaceitável marca de 100 óbitos por AF em 100 mil habitantes: dois da Bahia -Simões Filho e Lauro de Freitas- e os outros dois encontram-se no Paraná -Campina Grande do Sul e Guaíra.
O estudo analisa também o sexo, raça/cor e idades das vítimas destacando que são prioritariamente jovens, negros e do sexo masculino o destino dos disparos.
   O texto completo do relatório, assim como planilhas contendo dados dos 5.565 municípios do país, pode ser acessado a nos sites: www.cebela.org.br e www.flacso.org.br

quarta-feira, 6 de março de 2013

Reforma Agrária




OPINIÃO GAZETA DO POVO

Dignidade   rural


Artigo publicado originalmente no jornal Gazeta do Povo, em 06/03/2013
Por Fernando Prioste, advogado popular e coordenador da Terra de Direitos



Dias atrás, o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República, disse que alguns assentamentos do Incra são “quase favelas rurais”. Foi a deixa que os opositores dos movimentos sociais do campo queriam para enterrar a reforma agrária.
Contudo, democraticamente a sociedade inscreveu na Constituição o marco legal da reforma agrária. Assim, o dever de fiscalização do cumprimento da função social da propriedade, e a consequente destinação das terras improdutivas, com danos ambientais e violações às leis trabalhistas à reforma agrária, é decisão política que a sociedade transformou em lei. Logo, se a Constituição não for alterada, a reforma agrária é política pública obrigatória.
Não é apenas por determinação da Constituição que a reforma agrária deve ser impulsionada. A Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), por exemplo, recomendam sua realização como política pública para a erradicação da pobreza e efetivação de direitos humanos como a alimentação adequada e a educação. Para esses órgãos, a concentração fundiária e a ausência de políticas públicas de produção para a agricultura familiar estão ligadas à pobreza e às desigualdades sociais.
Segundo o Censo Agropecuário de 2006, o Brasil ocupa a segunda posição mundial na concentração da terra, perdendo para o Paraguai. O índice de concentração fundiária apurado em 2006 (0,872) aumentou ante aos apurados em 1985 (0,857) e 1995 (0,856). Até o ano de 1985 existiam 67 assentamentos de reforma agrária, com 117 mil famílias assentadas, totalizando 9,8 milhões de hectares incorporados à reforma agrária. Hoje existem 8.792 assentamentos, com 921 mil famílias, totalizando 85 milhões de hectares. Logo, mesmo com a expansão de assentamentos a concentração fundiária aumentou.
Por outro lado, as demandas por infraestrutura e assistência técnica não são exclusividade do MST. Também são reivindicações dos grandes produtores. A diferença é que uns são bem atendidos nesses reclamos há 500 anos, outros não. Que dizer do apoio histórico do Estado ao setor da cana-de-açúcar? As reivindicações dos movimentos sociais buscam consolidar uma política pública que, diferente daquelas assistencialistas, cria estruturas para a emancipação socioeconômica.
Dados do Censo de 2006 mostram que a agricultura familiar representa 84% dos estabelecimentos rurais, ocupando apenas 24,03% das áreas cultivadas, assim operando com renda cerca de dez vezes menor que os estabelecimentos da agricultura não familiar. Ainda assim, segundo o IBGE, a agricultura familiar produz a maior parte dos alimentos consumidos no mercado interno (60%), com 74% do total da mão de obra ocupada no campo.
A reforma agrária pressupõe a democratização do acesso à terra e estruturas que viabilizem a produção. Logo, é impossível dizer que a reforma agrária não deu certo, pois ela não ocorreu. Quem se opõe a esse processo democrático não tem compromisso com a Constituição e fomenta o aumento da desigualdade social. Ademais, se ainda há diversidade alimentar na mesa, agradeça a uma agricultora familiar. Do contrário, contente-se em comer milho, soja e carne nas três refeições.