Direitos Humanos

Loading...

sábado, 14 de dezembro de 2013


   

NOVA ESTRATIFICAÇÃO  DE  RENDA  DA POPULAÇÃO  BRASILEIRA


Cerca de 180 empresas de pesquisa de opinião publica da Associação brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP)  se reuniram para  construir  uma nova metodologia de estratificação da população brasileira.
Eles tomaram como base os dados de renda, e condições de vida da população levantados pelo IBGE  e a partir dai construíram uma nova estratificação, que segundo suas necessidades ajudaria a compreender o que pensa, e o que quer consumir cada segmento.

Vejam a nova  estratificação social,

Classe  A       2,8% da população,  5,6 milhões de pessoas.   renda mensal familiar media de r$ 17.603,oo       64%  tem curso superior.

Classe B1      3,6% da população,  7,2 milhões de pessoas,  renda mensal familiar media  de  R$  10.005,oo,  e  59% tem curso superior

A soma das duas, poderia ser a classe proprietária/burguesa no campo e na cidade, que totaliza  6,.4% da população  12,8 milhões.


CLASSE B2   15,1% da população, 30,2 milhões de pessoas, com renda mensal familiar de R$ 4.783,oo e   23% possui curso superior

Seria a classe media, pequena burguesia clássica, com 30,2 milhões de pessoas

CLASSE  C1   20,6 % da população,  41 milhões de pessoas, com renda mensal familiar de  R$ 2.745,oo  e  6% apenas tem curso superior

Seria a classe trabalhadora que melhorou de vida nos últimos anos.

CLASSE  C2   20,6% da população, 41 milhões de pessoas, com renda mensal familiar de  R$ 1.463,oo e  apenas 1,9%  com curso superior

CLASSE  D     22,8% da população, 56 milhões de pessoas, com renda mensal familiar de  R$  1.019,oo  e apenas  0,1% com  curso superior

CLASSE E      14,5% da população, 29 milhões de pessoas, com renda mensal familiar de  R$ 673 reais, e apenas   0,2 % com  curso superior

Total da classe trabalhadora 167 milhões de brasileiros.
Embora a estratificação se destina a detalhar mais o perfil dos vários setores sociais, para fins de dirigir pesquisas de opinião,  propagandas de publicidade e estimular consumo de determinados produtos, os dados são muito reveladores.

Fonte: apartir de  matéria do jornal Valor econômico, 9 dez 13